sábado, 23 de maio de 2015

Parabéns PMCE!!!


A Lei Camilo



Eliomar de Lima eliomar@opovo.com.br


     O governador Camilo Santana vai sancionar a Lei das Promoções dos Policiais e Bombeiros Militares, às 16 horas da próxima segunda-feira. O ato será durante as comemorações dos 180 anos da PM, em clima de quartel do Comando da Corporação. A lei, aprovada por unanimidade pela Assembleia Legislativa, já beneficiará cerca de nove mil PMs e bombeiros neste ano. 

Foi resultado de compromisso assumido por Camilo com a categoria. Além de corrigir distorções, a lei traz algo inovador por solicitação da categoria, a promoção requerida, que institui um fluxo regular e automático na carreira dos oficiais e praças estaduais. Outra novidade é a extinção do limitador de vagas para ascensão. Ou seja, quem cumpriu o interstício (tempo mínimo de permanência no posto para ser promovido) pode concorrer ao benefício. A cada ano, serão promovidos 60% do total. Os demais podem pleitear a promoção no ano seguinte, e, não conseguindo por dois anos seguidos, serão promovidos automaticamente
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sexta-feira, 22 de maio de 2015

Policiais Civis fazem operação padrão

Policiais engatam a marcha lenta Em assembleia, agentes da Polícia Civil decidem fazer operação padrão a partir de hoje. O atendimento nas delegacias e as saídas para as ocorrências serão reduzidos.

Agentes decidem fazer atendimentos com restrições a partir de hoje e o movimento pode ser intensificado a partir de 1º de junho.

Manifestantes pedem melhores condições de trabalho e que os 475 aprovados no último concurso sejam chamados.


Quem precisar da Polícia Civil a partir de hoje pode encontrar dificuldades. A categoria decidiu entrar em operação padrão e decretou estado de mobilização. Os policiais definiram, em assembleia realizada na tarde de ontem, não sair às ruas com menos de três agentes no carro. A medida independe do grau de violência dos casos e dura, segundo os policiais, por tempo indeterminado. Além disso, a classe também definiu que os cumprimentos de mandados de prisão só serão feitos com a presença de seis agentes. As decisões foram tomadas pela maioria dos votos na praça do Palácio do Buriti, por volta das 17h de ontem. Estiveram reunidos cerca de 400 servidores da corporação, segundo o Sindicato dos Policiais Civis do DF (Sinpol-DF), além dos aprovados no último concurso em 2013 e que ainda não foram chamados.

A iniciativa visa chamar a atenção para a falta de pessoal na corporação, um dos maiores problemas enfrentados pela categoria, segundo o Sinpol. Dados do sindicato mostram que existem, hoje, 4,8 mil policiais distribuídos em 90 unidades. Entre as principais reivindicações, estão a convocação dos 475 aprovados no último certame, as melhores condições de trabalho e o reconhecimento da carreira como nível superior.

Na assembleia, eles também definiram que na terça-feira (26 de maio), as delegacias que operam como centrais de flagrantes só registrarão ocorrências durante as primeiras 24 horas. No mesmo dia, as demais unidades policiai só farão o cadastro de ocorrências criminais. Registros de extravio de documentos e acidente de trânsito sem vítima, por exemplo, não serão realizados. A categoria marcou nova assembleia para 1º de junho, quando pode decidir pela radicalização do movimento — com paralisação, greve e até fechamento de delegacias.

Academia

O presidente do Sinpol-DF, Rodrigo Franco, explicou que atender a ocorrências com menos de três policiais é uma atitude tomada pelos próprios agentes para driblar as dificuldades. “Vamos cumprir, a partir de agora, o que ensina a Academia de Polícia. O que sempre fizemos é tentar dar um jeito com menos profissionais, mas isso é um risco”, esclareceu. Segundo Franco, a categoria precisa de condições adequadas de trabalho. “Hoje, o agente de polícia faz o trabalho de escrivão e até de delegado. Precisamos de melhor estrutura para oferecer um serviço adequado à população do DF. Muitos agentes estão adoentados por causa da sobrecarga de trabalho”, destacou.

O Correio procurou a Polícia Civil, mas a Divisão de Comunicação informou, por e-mail, que a direção-geral da corporação só vai se manifestar quando for oficialmente comunicada das deliberações da assembleia. A assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Pública e da Paz Social do DF afirmou que o diretor-geral da Polícia Civil, Eric Seba, seria o responsável por falar pelo governo a respeito do assunto. A reportagem entrou em contato com o delegado, mas ele estava em reunião.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Previsão das prováveis promoções para AGOSTO - Atualizadas de acordo com o almanaque de Praças de 20 de Maio de 2015


ATUALIZAÇÃO DAS PROMOÇÕES EM 20/05/2015

VAGAS EXISTENTES

PROMOÇÕES C/ REDUÇÃO DE 50% (30 MESES)
ST

22

22
1º SGT

67

89
2º SGT

25

114

3º SGT

06
120

CB

823
03
TOTAL
943

348











sábado, 16 de maio de 2015

Um Grande Amigo!!!!!

'Morreu como guerreiro', diz colega de policial federal do DF morto em MT

Mário Mattos trabalhou no esquadrão aéreo militar do DF entre 2005 e 2013.
Policial federal foi baleado durante operação noturna; enterro será no DF.

Mateus RodriguesDo G1 DF
Policial federal Mário Mattos morreu após troca de tiros em MT (Foto: Arquivo pessoal)Policial federal Mário Mattos morreu após troca de
tiros em MT (Foto: Arquivo pessoal)
Policiais militares do Distrito Federal prestaram homenagens neste sábado (16) em redes sociais ao policial federal Mário de Almeida Mattos, 33 anos, morto em serviço durante um tiroteio com suspeitos em Sinop (MT), cidade a 503 quilômetros de Cuiabá. O agente atuou na Polícia Militar do DF até 2013, quando tomou posse na carreira federal e foi transferido para Mato Grosso.
Colega de Mattos no treinamento aéreo em 2005, o tripulante operacional da PM Leonardo Foggia Pereira, de 36 anos, publicou um vídeo com fotos de arquivo da corporação. Segundo ele, a amizade iniciada no curso não diminuiu ao longo dos últimos 10 anos, mesmo com a mudança de corporação.
"O curso de tripulante exige muita dedicação, muita resistência. Quando você faz algo assim, seus colegas passam a ser seus irmãos, pessoas muito próximas. O Mário é uma dessas  pessoas que passei a chamar de irmão", afirmou, emocionado, em entrevista por telefone ao G1.
Eu não consigo chamar de tragédia, isso é menosprezar a grandeza do Mário. A gente faz nosso trabalho por opção, sabe que o risco é a nossa própria vida. Ele sabia o que estava fazendo, se dispôs a fazer isso porque é a nossa vida, a nossa profissão. É um guerreiro, morreu como um guerreiro"
Leonardo Foggia Pereira,
tripulante operacional da PM no DF
Após a formação, Mattos e Pereira trabalharam sete anos, lado a lado, nas aeronaves da PM. Segundo o tripulante, o Grupamento de Operações Aéreas tem cerca de 50 militares, mas apenas 12 trabalham nessa função e atuam diretamente no resgate a acidentados, afogados e outras vítimas em risco. Ao comentar a morte do amigo, Pereira disse que não entende o caso como uma tragédia.
"Eu não consigo chamar de tragédia, isso é menosprezar a grandeza do Mário. A gente faz nosso trabalho por opção, sabe que o risco é a nossa própria vida. Ele sabia o que estava fazendo, se dispôs a fazer isso porque é a nossa vida, a nossa profissão. É um guerreiro, morreu como um guerreiro", diz.
Despedida
Colega de Mattos no esquadrão antiaéreo da PM, o militar Islen Borges, de 39 anos, publicou uma "carta de despedida" em uma rede social. "Hoje é um dia muito triste para todos os policiais do Brasil, principalmente para nós que convivemos com esse irmão [Mário]. Trabalhamos durante anos no grupamento aéreo da PMDF e construímos uma amizade eterna. Passou na Polícia Federal e realizou seu sonho", diz o texto.

Homenagem postada em rede social a policial federal morto em Mato Grosso (Foto: Facebook/Reprodução)Homenagem postada em rede social a policial federal morto em Mato Grosso (Foto: Facebook/Reprodução)













Segundo Borges, os familiares de Mattos moram em Brasília, onde o policial também conheceu a mulher. "A família é praticamente toda daqui. A esposa é do DF, passou em um concurso no Mato Grosso só para ir morar com ele lá. Agora, eu não sei o que a família vai fazer. É muito triste", diz. O militar conta que esteve com o amigo há poucos meses. "Ele veio a Brasília, tomou cerveja comigo lá em casa. Não tenho palavras, não sei o que falar, é um choque."
Hoje é um dia muito triste para todos os policiais do Brasil, principalmente para nós que convivemos com esse irmão [Mário]. Trabalhamos durante anos no grupamento aéreo da PMDF e construímos uma amizade eterna. Passou na Polícia Federal e realizou seu sonho"
Islen Borges, policial militar,
em texto publicado em rede social
Veterano do policial assassinado, Borges diz que ajudou na formação dele e, desde cedo, aprendeu a reconhecer o trabalho do colega. "Sempre foi muito comprometido, gostava de se especializar, fazer cursos e aprimorar o serviço. Era um excelente policial", diz.
Segundo o militar, a corporação deve prestar homenagens ao ex-colega durante o enterro, previsto para a manhã deste domingo (16), com um helicóptero lançando pétalas de rosas sobre o cortejo. O G1 não conseguiu confirmar a informação com a PM até as 17h deste sábado (16).
Tiroteio
Mattos foi morto durante abordagem da PF a uma quadrilha que, segundo a corporação, planejava roubar um avião de pequeno porte em um aeródromo. A equipe entrou em conflito com os suspeitos, que reagiram a tiros. O policial foi atingido por um disparo no tórax e Mário Mattos era casado, não tinha filhos e estava lotado na Delegacia da Polícia Federal de Sinop. O corpo foi liberado pelo Instituto Médico Legal (IML) de Mato Grosso no início da tarde e transportado em um helicóptero da PF até a capital federal, onde deve ser enterrado neste domingo (17).

Em nota, a Polícia Federal informou que a quadrilha havia roubado uma aeronave em abril deste ano, num aeródromo da cidade mato-grossense, e estava se preparando para roubar outro veículo.
O avião roubado em abril era modelo Cessna e estava no hangar de um aeroclube de Sinop. O piloto se preparava para decolar e seguir para o aeroporto da cidade quando foi rendido por dois homens armados. A aeronave era avaliada em mais de R$ 1 milhão.
Policial federal Mário Mattos (à esquerda) com colegas da Polícia Militar em visita ao DF, no início do ano (Foto: Islen Borges/Arquivo pessoal)Policial federal Mário Mattos (à esquerda) com colegas da Polícia Militar em visita ao DF, no início do ano (Foto: Islen Borges/Arquivo pessoal)